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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Privacidade


Atualmente esta palavra está até na moda, não é mesmo? Na era digital, há pessoas que até duvidam da possibilidade de ainda haver privacidade.

Vou tomar aqui a liberdade de discordar destas pessoas: acredito que a privacidade tem sido mais valorizada do que nunca! Somente quando o campo privado é ameaçado é que percebemos que ele existe: fofocas, perguntas indiscretas e comentários invasivos são exemplos. Com o advento da Internet, a privacidade se tornou muito importante, não apenas por questões de discrição e de comportamento, mas também de segurança.

Por isso, esteja atento para o quanto você se expõe e para o quanto você invade a vida privada das pessoas.

No caso da exposição, procure ser discreto. Evite falar muito da sua vida pessoal para quem não conhece. Se algúem começar a fazer muitas perguntas, antes de responder, pergunte: "Por que você está me perguntando sobre minha vida pessoal?". Isso é muito comum no trabalho e na escola porque o "fofoqueiro" é o primeiro a querer saber de tudo para contar para todo mundo. Para se ver livre destas pessoas, deixe claro que sua vida pessoal só interessa a você. Na Internet, evite se expor demais: fotos de bens, de família, de locais que frequenta são um prato cheio para fofoqueiros, para ladrões e podem até prejudicá-lo no trabalho ou no ambiente escolar. Deixe sua vida pessoal preservada e compartilhe apenas com quem gosta de você e, por isso, quer sua felicidade. Evite também colocar dados pessoais nas redes sociais.

No caso de invadir a privacidade alheia, é preciso tomar cuidado para não perder bons amigos. Deixe que a pessoa comente um fato da vida dela, não fique perguntando, bisbilhotando. Da mesma forma, respeite as informações passadas para você e não comente com ninguém. Faça isso e verá que as pessoas respeitarão a sua vida privada também e confiarão em você.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

SENAC/MG: exemplo de gentileza


No mês passado tive problemas de acesso à página de um curso EAD e dois funcionários do SENAC/MG, depois de tentarem resolver o problema por telefone, vieram aqui em casa verificar pessoalmente o que estava acontecendo.

O problema era com a nossa Internet a cabo: a empresa tem um sistema de bloqueio de endereços e estava bloqueando, erroneamente, o endereço do SENAC. Por isso eu não conseguia acessar.

Mesmo não sendo responsabilidade do SENAC, os dois funcionários resolveram o problema através de uma ligação telefônica para a central de apoio e concluí o curso sem nenhum outro problema.

Isso sim, é exemplo de gentileza. Para quem tem clientes: um bom atendimento faz toda a diferença!

sábado, 7 de abril de 2012

Contratando Serviços


É muito comum ouvir regras de etiqueta profissional, sendo rara a referência à etiqueta para o comportamento dos clientes. Entretanto, a cordialidade deve ser praticada por todas as pessoas envolvidas no trabalho: patrões, empregados e clientes.

Por isso, seguem abaixo algumas sugestões para que os clientes tratem melhor os prestadores de serviços.

  • Os profissionais devem ser tratados como pessoas qualificadas, independentemente do serviço que prestam;
  • Cabe também ao cliente ser pontual e, se possível, chegar 15 minutos antes do horário marcado;
  • Nenhum profissional deve ser usado para descontar o mau humor de quem quer que seja;
  • Todo trabalho tem um preço e é um direito de qualquer pessoa cobrar pelo seu serviço;
  • O valor cobrado deve ser pago da forma combinada entre as partes;
  • Nenhum trabalhador tem a obrigação de prestar serviços gratuitos para amigos, parentes ou conhecidos: quando o faz é favor, e dos grandes;
  • Amigos, amigos, negócios à parte: esta é uma regra essencial para a valorização profissional;
  • Se o cliente não pode pagar o valor previsto em um orçamento, nunca deve falar mal do profissional por isso (mesmo porque acaba soando como uma vingançazinha barata por não ter dinheiro para pagar pelo serviço);
  • Vale pedir um desconto, mas quem dá a palavra final sobre o assunto é quem presta o serviço;
  • É comum que as pessoas peçam ajuda gratuita em nome de entidades carentes. Cabe ao profissional ver se é possível atender ao pedido e sua resposta deve ser respeitada.

Todo profissional planeja o movimento de caixa, segue uma tabela de preços e tem gastos com o trabalho, incluindo os empregados domésticos — viu? — que tem gastos com qualificação profissional e com apresentação pessoal também. É por isso que os profissionais, muitas vezes, não podem dar desconto para seus clientes. Da mesma forma, quem é profissional mesmo respeita o valor de mercado do serviço prestado e segue as tabelas de referência: furar o valor do serviço é o mesmo que dar um tiro no próprio pé, ou seja, é desvalorizar o próprio trabalho. Isso acontece tanto com diaristas quanto com psicólogos, com cabeleileiros  ou seja, não depende de formação mas de valorização do serviço prestado.

Além disso, toda profissão é importante para a sociedade e é muito indelicado desvalorizar qualquer trabalhador: deve-se tratar todas as pessoas com educação.

Seja um bom cliente e verá que isso o ajudará a selecionar os bons profissionais.